Limpeza? Népias…!


Mais uma vez volto a referir a inépcia, a incompetência e o desprezo que a C.M.L. possui, nomeadamente no que toca a terrenos que se encontram sob a sua gestão e espaços com circulação e ocupação PROIBIDOS AOS MORADORES. conforme informação da própria Câmara.

Um  ano inteiro, deixam crescer o mato pela escarpa que andaram a “arranjar” há uns anos atrás, que depois de avisados para os perigos de mato seco com temperaturas elevadas, podem provocar incêndios ainda com a agravante de existir quem utilize churrasqueiras próximo desse mato.

Como não existe resposta da C.M.L. a estes avisos, porque o deslumbramento está virado mais para o parque de estacionamento e o bem estar da pop Madona, ficam aqui as imagens da situação que se verifica TODOS OS ANOS.

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Grunhos nómadas do AL à solta pela cidade de Lisboa


A sociedade encontra-se empestada por grunhos de várias espécies: são os grunhos que estacionam viaturas e scooters em cima dos passeios, obrigando os peões a circularem pela estrada com risco da própria vida; são os grunhos que estacionam os mesmos veículos em cima das passadeiras; são os grunhos que estacionam na zona de paragem de transportes públicos; são os grunhos que estacionam em frente à porta dos prédios, bloqueando uma eventual saída de emergência, tudo em INFRACÇÃO AO CÓDIGO DA ESTRADA, artigos 48º. e 49º., que os grunhos desconhecem porque ou não fizeram exame de código, o que é gravíssimo, ou tiveram ataques de amnésia porcina.

Depois existem também os grunhos primatas que desconhecem o significado das palavras CIDADANIA e CIVISMO, atirando com o seu lixo caseiro para a porta dos vizinhos, neste caso, para debaixo da janela do vizinho.

As duas imagens acima foram tiradas hoje, às 10:11 e 10:12 horas, mas não contentes com a merda que fizeram, os grunhos voltaram a encher o espaço com mais merda (leia-se lixo) conforme imagens a seguir

Actualização em 30/05/2018:

A janela da vizinha destes grunhos nómadas do AL virou depósito de lixo doméstico… A porta deles está limpa de entulho porque descarregam-no na porta do lado e da frente… Desconhecem completamente o significado das palavras CIVISMO e CIDADANIA.

Deitar lixo para o chão dá multa superior a 700€ em Portugal!

A generalidade dos residentes e comerciantes de Lisboa passará a estar sujeita a multas, que podem ascender a 727€, se não forem cumpridas as regras de limpeza urbana, a partir de Janeiro de 2015. A fiscalização estará a cargo das juntas de freguesia, com a ajuda da Polícia Municipal.

Quase dois mil processos de infracções ao Regulamento de Resíduos Urbanos da Cidade de Lisboa, por depósito incorrecto de lixo e dejectos caninos na via pública foram instaurados em 2014, até 30 de Novembro, no município de Lisboa, resultando em mais de 14 mil euros de receita em coimas, com 733 infractores a pagarem voluntariamente.

Ver: 1º. Suplemento ao Boletim Municipal nº. 547 da Câmara Municipal de Lisboa

E assim se vai atropelando as leis existentes sem que as entidades competentes façam algo para por cobro a estas grunhisses.

Actualização em 05/06/2018:

É tão giro chegar à janela e ter um saco de merda mesmo quase a bater na cara, não é?

Actualização em 03/07/2018

 

Vamos falar de “segurança”?


A C.M.L. roubou metade aos quintais (logradouros, em termos técnicos) existentes nas traseiras dos prédios, para abrir um corredor de “segurança” e, ao mesmo tempo, colocar uma rede de protecção na escarpa existente.

Ora, acontece que, em 17 anos, nunca rolou uma pedrinha pela escarpa abaixo e a rede que anteriormente se encontrava neste local possuía uma malha mais fina que a que puseram depois.

Fora este pequeno pormenor, todos os anos por esta altura de calor intenso, com altas temperatura e o Sol a cobrir toda a zona durante muitas horas do dia, os cavalheiros da C.M.L., os tais que decidiram dar “segurança” aos moradores contra as eventuais pedrinhas que rolassem pela escarpa abaixo, não se ralaram com a insegurança que dá a esses mesmos moradores o facto de crescer matagal na escarpa e poder ser um risco de incêndio, sendo a emenda pior que o soneto.

Manutenção? Não existe. Já foram alertados para o facto em anos anteriores mas como reza o ditado popular: “os cães ladram e a caravana passa”. Até um dia em que se acontecer alguma desgraça, venham dizer que a culpa é dos moradores por descuido…

Aqui ficam imagens e um pequeno vídeo de alerta para esta lamentável e triste situação.

Condenada a pagar 7500 euros a vizinho por fazer ruído


Polícia Municipal de Lisboa foi chamada ao prédio por causa do ruído | Orlando Almeida / Global Imagens

Pode o calçado ruidoso, ao tocar em piso de tijoleira, e o ladrar de um cão serem motivo para condenação por ruídos ilícitos? Tribunal de Lisboa entendeu que não, mas a Relação avaliou de forma diferente e condenou mulher a indemnizar vizinhos

Mário e Maria diziam estar fartos do barulho provocado pela vizinha do andar de cima de um prédio em Lisboa. Acreditavam que o ruído provocado por Natividade, ao “caminhar em casa com calçado ruidoso”, e pelo seu cão era intencional, propositado para lhes causar danos emocionais. A polícia foi chamada várias vezes e o caso chegou a tribunal.

Contestando, a vizinha alegou que a postura do casal era persecutória e pedia indemnização de 15 mil euros, o mesmo valor pedido pelos moradores no mesmo edifício. No tribunal de primeira instância, Natividade ganhou a causa e até o direito a ser indemnizada em 6250 euros por Mário a título de danos não patrimoniais. Este recorreu e a Relação de Lisboa vê o caso de forma totalmente oposta: condena Natividade por fazer ruído ilícito e ainda ao pagamento de 7500 euros.

As chamadas da Polícia Municipal ao prédio começaram em 2014, quando o casal dizia não suportar o barulho que afirma existir desde 2012. Mário alegava que a vizinha usava, diariamente às 07.00, calçado com tacão quando estava no apartamento só para fazer ruído na tijoleira de certas divisões da habitação. Apontava mesmo que quando saía à rua, já depois da 08.00, a vizinha usava calçado de sola de borracha. Era de propósito, insistia sempre que a Polícia Municipal ia ao prédio a seu pedido. Além disso, o cão ladrava desde as 06.00 e provocava outros ruídos. E ainda havia o uso de aspirador aos fins-de-semana logo de manhã cedo.

Cascos refere-se a cabra?

Natividade não se conformou e alegou que os vizinhos estavam a persegui-la, exemplificando que ficavam a vê-la sair do prédio para olharem para o seu calçado e que um dia Mário até lha bateu palmas quando saía à rua. Pedia para ser indemnizada por danos não patrimoniais causados por toda a situação de ter a polícia a bater-lhe à porta e por se sentir ameaçada. Argumentou também que foi insultada pois Mário terá usado a palavra “cascos” para descrever os seus passos em casa e que entendeu que, com esse termo, a estaria a chamar cabra.

No tribunal de primeira instância, foram ouvidas as duas partes e diversas testemunhas. O juiz considerou que os intervenientes tinham depoimentos claramente antagónicos e sustentou-se mais nas testemunhas. Contudo, houve duas delas que considerou não serem credíveis nem isentas por ambas serem vizinhos também com litígios com a ré. Os restantes, dizia a sentença, afirmaram que o prédio era antigo e com má insonorização, sendo normal ouvirem-se ruídos do quotidiano. Além disso, o juiz avaliou o ruído do cão não era tão incomodativo atendendo que “a idade, o tamanho e peso do animal não são susceptíveis de criar os barulhos com a intensidade” que o casal alegava ouvir. Daí ter absolvido Natividade e condenado apenas Mário a pagar uma indemnização de 6250 euros à vizinha.

Perturba o descanso

Com o recurso para o Tribunal da Relação de Lisboa, o desfecho mudou totalmente. Os juízes desembargadores Farinha Alves, Tibério Silva e Maria José Mouro deram razão a Mário. Entenderam que o uso da palavra cascos não foi incorrecto. “Estava a registar os ruídos que eram produzidos pela Ré. E a palavra “cascos” traduz, de uma forma analógica de síntese, o ruído que o Autor ouvia quando a Ré andava de um lado para o outro, na sua residência, fazendo uso de calçado ruidoso sobre pavimento de tijoleira. Ou seja, era uma forma de descrever o ruído sentido. Não significando, ao menos de forma inequívoca, que o Autor estava a referir-se à Ré, chamando-a de cabra, ou de qualquer outro animal com cascos”, lê-se no acórdão. Além disso, consideraram que as duas testemunhas deviam ser tidas em conta e não viam motivo para não serem consideradas credíveis.

Por isso, tendo em conta que “os ruídos desnecessários, que causem algum prejuízo aos vizinhos, são sempre ilícitos, traduzindo uso anormal do prédio, ou redundando em abuso do direito”, decidiram que “são ilícitos os ruídos produzidos pela Ré na sua residência, situada no 8.º andar de determinado edifício, ao fazer uso de calçado ruidoso entre as 07h00 e as 08h00 de cada dia, e ao fazer uso de aspirador ao fim de semana, antes das 08h00, sempre sem qualquer necessidade, sabendo que isso perturba muito o descanso ou a tranquilidade dos vizinhos. Sendo fundamento de responsabilidade civil”. Natividade acabou condenada a pagar 7500 euros ao vizinho Mário.

Diário de Notícias
15 DE JUNHO DE 2018 07:45
David Mandim

Até que enfim leio uma condenação judicial por abuso ao direito ao descanso! Não só vizinhos possuem cãozinhos que começam a ladrar logo às 06:30 da manhã, colocados nos quintais e pressentindo os seus donos levantados em casa, como aviõezinhos passam para aterrarem às 05:00 horas da madrugada, provocando o ruído ensurdecedor (porque a cidade ainda não acordou) das turbinas dos reactores…

O estacionamento selvagem visto de um eléctrico


Uma pequena viagem no eléctrico da carreira 18 com início no cemitério da Ajuda e fim na Aliança Operária (a carreira continua a sua viagem, penso que até ao C. Sodré).

Trajecto curto mas significativo na constatação dos grunhos que estacionam em cima dos passeios (local destinado exclusivamente às pessoas (peôes) para circularem e que os grunhos desconhecem), das passadeiras, nas paragens dos transportes públicos em infracção aos artigos 48 e 49 do Código da Estrada, que os grunhos desconhecem e que a polícia municipal não faz cumprir, passando as respectivas coimas e efectuado os reboques da lataria de duas e quatro rodas estacionada em infracção e obrigando pessoas a circularem pela estrada, sujeitas a atropelamento ou esmagamento, com risco da própria vida.

Mas vamos ao pequeno vídeo produzido durante essa peque viagem elucidativa do enunciado acima.

 

Irracionalidade, incompetência & etc.


Semanalmente, aos Sábados, visito a campa de minha esposa no Cemitério da Ajuda, desde Julho de 2016. Dado que possuo mobilidade reduzida devido a um “souvenir” que trouxe da guerra colonial, tenho de andar amparado a uma canadiana e para fazer este percurso até ao Cemitério, utilizo a carreira 727 da Carris que no sentido para Caselas, tem uma paragem em frente à porta do Cemitério (que hoje ainda se mantém) e no sentido para Belém, tinha uma paragem uns poucos metros abaixo da porta do Cemitério.

E digo tinha, dado que hoje constatei que esta paragem “desapareceu” desse local (ver imagem):

Esta paragem, segundo informação de utentes, passou muitos metros atrás, junto ao posto de gasolina da Galp (ver mapa Google) e reparem na enormidade de percurso que tem de ser agora percorrido por quem está em dificuldades físicas:

fazendo com que pessoas com mobilidade reduzida, idosos e outros que não possuam pópó para circularem, terem de percorrer dezenas de metros quando as antigas paragens estavam bem posicionadas e não incomodavam nem os mortos nem os vivos.

Mas como existem grunhos que, sentados nas suas secretárias, que não andam nos transportes públicos mas trabalham neles e quando têm de circular na via pública fazem-no de pópó uns, com motorista outros, desconhecem e estão-se nas tintas para quem tenha as dificuldades físicas mais adversas e têm de andar a pé, com problemas físicos e idade que já não se coaduna com maratonas pedestres.

Outra paragem que foi mexida, sem qualquer nexo ou sentido de responsabilidade por quem decidiu e concretizou, foi a da carreira 760 da Carris que, no sentido descendente tinha uma paragem quase à porta do Cemitério e agora passou para uns metros mais à frente (ver imagem):

obrigando as pessoas a percorrem várias dezenas de metros.

Não sei se isto foi “obra” da Carris ou da C.M.L. que tomou em mãos os destinos da Carris, o facto é que estas transferências são de uma ANORMALIDADE e INCOMPETÊNCIA a toda a prova, dado que em vez de facilitar a vida a quem não possui meios físicos e móveis para circular na via pública, passa a ter de gastar solas, desgaste físico, cansaço, quer quando chove, quer quando faz Sol, embora tenha de pagar, IRREVERSIVELMENTE, o seu título de transporte que serve para pagar os salários a quem comete estas idiotices.

Lisboa, Cidade Abaixo de Zero…!!!


Hoje, dia 14 de Abril de 2018, Sábado, como todos os sábados, desloco-me ao cemitério para colocar flores na campa de minha esposa. Tenho de recorrer a duas carreiras da Carris para lá chegar.

Ao chegar ao fim da Rua de Alcântara (ou ao princípio, como queiram entender), o autocarro teve de desviar o seu percurso normal por uma outra artéria porque – pasme-se -, estavam mais à frente, quase a meio desta Rua de Alcântara, uns tipos repimpados em cadeirinhas, com bancas à sua frente, a vender livros da Marvel Comics…

Ter de desviar uma carreira de transporte público, fazendo com que os seus utentes – no meu caso, com dificuldade de mobilidade -, tenham de andar a pé umas largas dezenas de metros até à outra paragem a fim de tomar o segundo transporte,  só pode ter sido autorizada esta venda (deduzo que pela Câmara Municipal de Lisboa, porque estavam dois agentes da Polícia Municipal a controlar o trânsito), por quem anda de Audi, Mercedes e similares e porventura com motorista.

Porque uns metros mais à frente da Rua de Alcântara, existe um Largo chamado de Calvário e que até foi remodelado recentemente, com um espaço mais que suficiente para esta malta abancar e vender os livrecos sem incomodar terceiros.

De regresso a casa, cerca das 13:00 horas, ainda lá se encontravam como demonstra as imagens seguintes:

E o Largo do Calvário, uns metros mais à frente, tem este espaço toooooodo….

Será possível que os decisores desta “obra cultural” tiveram a real noção dos transtornos causados aos munícipes??? Ah! Estamos em Portugal, século XXI…